There was an error in this gadget

Friday, December 28, 2007

É só uma piadinha, gente!




Lula morreu e SÃO PEDRO e o DIABO brigam porque nenhum dos dois quer ficar com ele. Sem acordo, pedem a mediadores uma solução, que decidem por uma proposta obrigatória:
que se alterne um mês no céu e outro no inferno.
No 1° mês, Lula vai para o céu. SÃO PEDRO não sabe o que fazer.
O metalúrgico bagunça tudo. Atrapalha todos os elementos de oração e da liturgia. Dissolve o sistema de assessoria pessoal dos anjos, tenta formar uma coligação de maioria absoluta na base da compra de votos.
Suborna as nuvens. Transfere um km quadrado do céu ao inferno. Nomeia arcanjos provisórios aos milhares. Intervém nas comunicações aos Santos.
Troca as placas das portas de São Pedro. Envia um projeto de lei aos apóstolos para reformar os Dez Mandamentos. Dá anistia a Lúcifer.
O céu vira um caos. As pessoas não o suportam mais e promovem piquetes e invasões. SÃO PEDRO não vê a hora de chegar o fim do mês para mandá-lo para o inferno.
Quando Lula finalmente se vai, SÃO PEDRO respira aliviado. Mas lá pelo dia 20, começa a sofrer novamente pensando que em 10 dias tem que voltar a vê-lo. No primeiro dia do mês seguinte, nada acontece. No 5° dia, ainda sem notícias, SÃO PEDRO estava feliz, mas logo começou a pensar que, tendo passado mais tempo no inferno, Lula poderia querer passar dois meses seguidos no Paraíso...
Desesperado com a mera noção, SÃO PEDRO decide chamar o inferno por telefone para perguntar ao diabo o que estava acontecendo.
Ring...ring...ring...!!! Atende um empregado e SÃO PEDRO pergunta:
- Por favor, posso falar com o Demônio?
- Qual dos dois? - responde o empregado. O vermelho com chifres
ou o filho da puta sem dedo?

Repassando... piadinha circulando pela internet.

Saturday, December 22, 2007

PEDIDO A PAPAI NOEL



QUERIDO PAPAI NOEL... ESSE ANO QUERO LHE PEDIR BEM POUCO.
SEGUE ABAIXO, MEU PEDIDO.


Um deslumbrante vestido tomara que caia...
uma calcinha tomara que tirem...
um sutiã tomara que sustente...
um absorvente tomara que não vase...
uma meia tomara que não desfie...
um salto alto tomara que não aperte...
um novo namorado tomara que me ligue...
COM ALGO QUE TOMARA QUE SUBA!


Autor desconhecido

Monday, November 26, 2007

SEJA UM IDIOTA



A idiotice é vital para a felicidade

Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre.
Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins. No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota!


Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto. Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?
hahahahahahahahaha!...

Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?

É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar? Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.

Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa. Dura, densa, e bem ruim. Brincar é legal. Entendeu?
Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço, não tomar chuva. Pule corda!

Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte. Ser adulto não é perder os prazeres da vida e esse é o único "não" realmente aceitável. Teste a teoria. Uma semaninha, para começar. Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: passageiras.

Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir... Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!

Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um leitinho gostoso agora? "A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios".
"Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche".

by ARNALDO JABOR

Friday, November 09, 2007

MADE BY... eusinha
















bolsa baby - em tear de pente liço...

Saturday, October 13, 2007

Um sonho em crochet





















A quem interessar possa: tenho os gráficos...


Thursday, September 06, 2007

Para sorrir...



Conversa no Cemitério


Era meia-noite e um homem passava em frente ao cemitério, completamente apavorado.

De repente, notou que havia uma moça atrás dele.
Ele ficou ainda mais apavorado, mas para disfarçar o medo, puxou conversa com ela:

- Você não tem medo de passar em frente ao cemitério à meia-noite?
Ela responde: - Eu tinha muito medo quando estava viva, mas agora já não tenho mais...

Proposta de Amor


A mulher chega toda animada pro marido e faz uma proposta:

- Amorzão, vamos sair pra dançar, namorar, beber e depois dar uma passadinha lá no motel?
- Combinado, querida. Quem voltar primeiro coloca a chave de baixo do tapete, tá?

Monday, August 20, 2007

Cork

Photo by reflextionsforever

Saturday, August 11, 2007

Por 5.000... quem sabe?



Um cara vê uma mulher linda, com seios espetaculares, saltar do ônibus. Corre até ela e pergunta:
- Deixaria eu morder seus seios por 50 reais?
- Você deve estar maluco - diz a moça. Mas o cara insiste:
- E por 500 reais você deixaria?
- Olha, não me leve a mal, mas não sou desse tipo de mulher.
De olho no volume daqueles seios, ele faz uma última pergunta:
- Por 5000 reais! Cinco mil! Você deixaria eu morder seus seios maravilhosos?
A mulher hesita, pensa um pouco. Se lembra do furo no cheque especial... Conclui que uma mordida no seio não é algo tão degradante assim e finalmente responde:
- Por 5000 reais tudo bem.
- Então vamos até aquele cantinho... - convida o cara.
Ela vai, abre a blusa, deixa os seios à mostra e libera tudo. O sujeito beija, passa as mãos, encosta a cabeça, lambe... e nada de morder. Até que a mulher perde a paciência:
- Você não vai morder?
E o cara:
- Eu não! É muito caro!
(É uma piada logo, sem autoria)

Sunday, August 05, 2007

Com a palavra... Diogo Mainardi




Chimpanzés patinadores

Onde está Lula? Lula está de cama. Duzentas pessoas morreram no acidente da TAM. No dia seguinte, Lula preferiu ficar em repouso, de olhos fechados, de barriga para cima, depois de sofrer uma cirurgia cosmética. Sobre os 200 mortos do acidente da TAM, ele se calou. Ele se escondeu. Assim como se calou e se escondeu quando foi vaiado nos Jogos Pan-Americanos. Pode-se argumentar que Lula, o Churchill de Garanhuns, é melhor calado do que falando. Mas é temerário ter um presidente que sempre amarela na hora do aperto.
Ao ser reeleito, em outubro do ano passado, Lula declarou que continuaria a governar para os mais pobres. No setor aéreo, isso se traduziu num descaso criminoso que culminou com os 200 mortos do acidente da TAM, independentemente das falhas do aparelho. O eleitorado de Lula é formado por gente que nunca voou. Quem morre em acidente aéreo é aquela parcela minoritária dos eleitores que sente ojeriza por ele. Na China, Mao Tsé-tung puniu a burguesia obrigando-a a trabalhar em fábricas e em campos de arroz. No Brasil, a luta de classes lulista puniu a burguesia transformando os jatos da Airbus em paus-de-arara.
Os pilotos apelidaram a pista principal do Aeroporto de Congonhas de "Holiday on Ice". Isso significa que os passageiros assumiram o papel de chimpanzés patinadores. A Anac autorizou a reabertura da pista antes que sua reforma fosse concluída. A Anac é o retrato perfeito da pilhagem lulista. Milton Zuanazzi, seu presidente, fez carreira como secretário de Turismo do Rio Grande do Sul. A melhor credencial que ele tem para ocupar o cargo é a carteirinha do PT. Uma das diretoras da Anac, Denise de Abreu, era assessora jurídica de José Dirceu na Casa Civil. Outro diretor da Anac, Leur Lomanto, é ligado a Geddel Vieira Lima e, alguns anos atrás, foi acusado de negociar vantagens para se filiar ao PMDB. O que um secretário de Turismo, uma procuradora do estado e um deputado do interior da Bahia podem saber sobre segurança aérea?Pergunte ao Lula, quando ele decidir sair da cama. Eu me sentiria mais seguro se seus cargos na Anac fossem ocupados por chimpanzés patinadores.
Em abril, sete meses depois do acidente da Gol, enquanto os deputados do PT tentavam abafar a CPI Aérea, Lula se reuniu sorrateiramente com Carlos Wilson num hotel do Recife. Carlos Wilson presidiu a Infraero no primeiro mandato de Lula e é lembrado por ter reformadoos aeroportos com os azulejos da Oficina Brennand, de propriedade de sua mulher. É o modelo de moralidade lulista: sobra dinheiro para os azulejos, mas falta para os radares e o grooving. Outro modelo de moralidade lulista é Luis Fernando Verissimo. Ele disse que prefere ficar calado diante das "mutretas" do lulismo porque teme ser confundido com os reacionários. É o mesmo argumento usado pelos stalinistas para acobertar os crimes do comunismo. Pode roubar, desde que seja para combater o inimigo. Pode matar? Pode, sim. Só uns 200 reacionários de cada vez.

(Texto extraído da revista Veja)

Sunday, July 15, 2007

Se eu morrer antes de você



Se eu morrer antes de você,

faça-me um favor.

Chore o quanto quiser, mas não brigue com Deus

por Ele haver me levado.

Se não quiser chorar, não chore.

Se não conseguir chorar, não se preocupe.

Se tiver vontade de rir, ria.

Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito,

ouça e acrescente sua versão.

Se me elogiarem demais, corrija o exagero.

Se me criticarem demais, defenda-me.

Se me quiserem fazer um santo, só porque morri,

mostre que eu tinha um pouco de santo,

mas estava longe de ser o santo que me pintam.

Se me quiserem fazer um demônio,

mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio,

mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo.

Se falarem mais de mim do que de Jesus Cristo,

chame a atenção deles.

Se sentir saudade e quiser falar comigo,

fale com Jesus e eu ouvirei.

Espero estar com Ele o suficiente

para continuar sendo útil a você, lá onde estiver.

E se tiver vontade de escrever

alguma coisa sobre mim,

diga apenas uma frase :

'Foi meu amigo, acreditou em mim

e me quis mais perto de Deus!'

Aí, então derrame uma lágrima.

Eu não estarei presente para enxuga-la,

mas não faz mal.

Outros amigos farão isso no meu lugar.

E, vendo-me bem substituído,

irei cuidar de minha nova tarefa no céu.

Mas, de vez em quando,

dê uma espiadinha na direção de Deus.

Você não me verá,

mas eu ficaria muito feliz

vendo você olhar para Ele.

E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai,

aí, sem nenhum véu a separar a gente,

vamos viver, em Deus,

a amizade que aqui nos preparou para Ele.

Você acredita nessas coisas ?

Sim???

Então ore para que nós dois

vivamos como quem sabe que vai morrer um dia,

e que morramos como quem soube viver direito.

Amizade só faz sentido

se traz o céu para mais perto da gente,

e se inaugura aqui mesmo o seu começo.

Eu não vou estranhar o céu . . .

Sabe porque? Porque...

Ser seu amigo já é um pedaço dele !


Vinícius de Moraes

Friday, July 13, 2007

QUASE




by Luis Fernando Veríssimo

Ainda pior que a convicção do não, a incerteza do talvez
é a desilusão de um "quase".
É o quase que me incomoda, que me entristece, que
me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.

Quem quase ganhou ainda joga,
quem quase passou ainda estuda,
quem quase morreu está vivo,
quem quase amou não amou.

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos,
nas chances que se perdem por medo,
nas idéias que nunca sairão do papel
por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna;
ou melhor, não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor,
está estampada na distância e frieza dos sorrisos,
na frouxidão dos abraços,
na indiferença dos "bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir
entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo,
o mar não teria ondas, os dias seriam nublados
e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige, nem acalma,
apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Não é que fé mova montanhas,
nem que todas as estrelas estejam ao alcance,
para as coisas que não podem ser mudadas
resta-nos somente paciência,
porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória
é desperdiçar a oportunidade de merecer.

Pros erros há perdão; pros fracassos, chance;
pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode,
que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando,
fazendo que planejando, vivendo que esperando
porque, embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive já morreu!!

Wednesday, July 11, 2007

Sui generis...






E Deus fez a mulher...
E houve harmonia no paraíso.

O diabo vendo isso, resolveu complicar.

Deus deu a mulher cabelos sedosos e esvoaçantes.
O diabo deu pontas duplas e ressecadas.

Deus deu a mulher um corpo de Barbie.
O diabo inventou a celulite, as estrias e o culote.

Deus deu a mulher músculos perfeitos.
E o diabo os cobriu com lipoglicerídios.

Deus deu a mulher um temperamento dócil.
E o diabo inventou a TPM.

Deus deu a mulher um andar elegante.
O diabo investiu no sapato de salto alto.

Então Deus deu a mulher infinita beleza interior.
E o diabo fez o homem perceber só o lado de fora.

Mas que droga! Só pode haver uma explicação para isso:
O diabo só pode ser viado!


Procura-se o autor...

Thursday, July 05, 2007

Tuesday, June 19, 2007

O OPERARIO EM CONSTRUÇÃO



E o Diabo, levando-o a um alto monte, mostrou-lhe
num momento de tempo todos os reinos do mundo.
E disse-lhe o Diabo:
— Dar-te-ei todo este poder e a sua glória, porque a mim me foi entregue
e dou-o a quem quero; portanto, se tu me adorares, tudo será teu.
E Jesus, respondendo, disse-lhe:
— Vai-te, Satanás; porque está escrito: adorarás o Senhor teu Deus
e só a Ele servirás.
(Lucas, cap. V, vs. 5-8)


Era ele que erguia casas
Onde antes só havia chão.
Como um pássaro sem asas
Ele subia com as casas
Que lhe brotavam da mão.
Mas tudo desconhecia
De sua grande missão:
Não sabia, por exemplo
Que a casa de um homem é um templo
Um templo sem religião
Como tampouco sabia
Que a casa que ele fazia
Sendo a sua liberdade
Era a sua escravidão.


De fato, como podia
Um operário em construção
Compreender por que um tijolo
Valia mais do que um pão?
Tijolos ele empilhava
Com pá, cimento e esquadria
Quanto ao pão, ele o comia...
Mas fosse comer tijolo!
E assim o operário ia
Com suor e com cimento
Erguendo uma casa aqui
Adiante um apartamento
Além uma igreja, à frente
Um quartel e uma prisão:
Prisão de que sofreria
Não fosse, eventualmente
Um operário em construção.


Mas ele desconhecia
Esse fato extraordinário:
Que o operário faz a coisa
E a coisa faz o operário.
De forma que, certo dia
À mesa, ao cortar o pão
O operário foi tomado
De uma súbita emoção
Ao constatar assombrado
Que tudo naquela mesa
– Garrafa, prato, facão –
Era ele quem os fazia
Ele, um humilde operário,
Um operário em construção.
Olhou em torno: gamela
Banco, enxerga, caldeirão
Vidro, parede, janela
Casa, cidade, nação!
Tudo, tudo o que existia
Era ele quem o fazia
Ele, um humilde operário
Um operário que sabia
Exercer a profissão.


Ah, homens de pensamento
Não sabereis nunca o quanto
Aquele humilde operário
Soube naquele momento!
Naquela casa vazia
Que ele mesmo levantara
Um mundo novo nascia
De que sequer suspeitava.
O operário emocionado
Olhou sua própria mão
Sua rude mão de operário
De operário em construção
E olhando bem para ela
Teve um segundo a impressão
De que não havia no mundo
Coisa que fosse mais bela.


Foi dentro da compreensão
Desse instante solitário
Que, tal sua construção
Cresceu também o operário.
Cresceu em alto e profundo
Em largo e no coração
E como tudo que cresce
Ele não cresceu em vão
Pois além do que sabia
– Exercer a profissão –
O operário adquiriu
Uma nova dimensão:
A dimensão da poesia.


E um fato novo se viu
Que a todos admirava:
O que o operário dizia
Outro operário escutava.


E foi assim que o operário
Do edifício em construção
Que sempre dizia sim
Começou a dizer não.
E aprendeu a notar coisas
A que não dava atenção:


Notou que sua marmita
Era o prato do patrão
Que sua cerveja preta
Era o uísque do patrão
Que seu macacão de zuarte
Era o terno do patrão
Que o casebre onde morava
Era a mansão do patrão
Que seus dois pés andarilhos
Eram as rodas do patrão
Que a dureza do seu dia
Era a noite do patrão
Que sua imensa fadiga
Era amiga do patrão.


E o operário disse: Não!
E o operário fez-se forte
Na sua resolução.


Como era de se esperar
As bocas da delação
Começaram a dizer coisas
Aos ouvidos do patrão.
Mas o patrão não queria
Nenhuma preocupação
– "Convençam-no" do contrário –
Disse ele sobre o operário
E ao dizer isso sorria.


Dia seguinte, o operário
Ao sair da construção
Viu-se súbito cercado
Dos homens da delação
E sofreu, por destinado
Sua primeira agressão.
Teve seu rosto cuspido
Teve seu braço quebrado
Mas quando foi perguntado
O operário disse: Não!


Em vão sofrera o operário
Sua primeira agressão
Muitas outras se seguiram
Muitas outras seguirão.
Porém, por imprescindível
Ao edifício em construção
Seu trabalho prosseguia
E todo o seu sofrimento
Misturava-se ao cimento
Da construção que crescia.


Sentindo que a violência
Não dobraria o operário
Um dia tentou o patrão
Dobrá-lo de modo vário.
De sorte que o foi levando
Ao alto da construção
E num momento de tempo
Mostrou-lhe toda a região
E apontando-a ao operário
Fez-lhe esta declaração:
– Dar-te-ei todo esse poder
E a sua satisfação
Porque a mim me foi entregue
E dou-o a quem bem quiser.
Dou-te tempo de lazer
Dou-te tempo de mulher.
Portanto, tudo o que vês
Será teu se me adorares
E, ainda mais, se abandonares
O que te faz dizer não.


Disse, e fitou o operário
Que olhava e que refletia
Mas o que via o operário
O patrão nunca veria.
O operário via as casas
E dentro das estruturas
Via coisas, objetos
Produtos, manufaturas.
Via tudo o que fazia
O lucro do seu patrão
E em cada coisa que via
Misteriosamente havia
A marca de sua mão.
E o operário disse: Não!


– Loucura! – gritou o patrão
Não vês o que te dou eu?
– Mentira! – disse o operário
Não podes dar-me o que é meu.


E um grande silêncio fez-se
Dentro do seu coração
Um silêncio de martírios
Um silêncio de prisão.
Um silêncio povoado
De pedidos de perdão
Um silêncio apavorado
Com o medo em solidão.


Um silêncio de torturas
E gritos de maldição
Um silêncio de fraturas
A se arrastarem no chão.
E o operário ouviu a voz
De todos os seus irmãos
Os seus irmãos que morreram
Por outros que viverão.
Uma esperança sincera
Cresceu no seu coração
E dentro da tarde mansa
Agigantou-se a razão
De um homem pobre e esquecido
Razão porém que fizera
Em operário construído
O operário em construção.


by Vinícius de Morais

Tuesday, June 12, 2007

UNA QUESTION DE EDAD





Leí una vez que la Argentina no es mejor ni peor que España,
sólo más joven. Me gustó esa teoría y entonces inventé un truco para
descubrir la edad de los países basándome en el "sistema perro".
Desde chicos nos explicaron que para saber si un perro era joven
o viejo había que multiplicar su edad biológica por 7.
En el caso de los países hay que dividir su edad histórica entre
14 para saber su correspondencia humana. ¿Confuso?
En este artículo pongo algunos ejemplos reveladores.
Argentina nació en 1816, por lo tanto ya tiene 190 años.
Si lo dividimos entre 14, Argentina tiene "humanamente" alrededor
de 13 años y medio, o sea, está en la edad del pavo. Es rebelde, pajera,
no tiene memoria, contesta sin pensar y está llena de acné
será por eso que le dicen el granero del mundo?)
Casi todos los países de América Latina tienen la misma edad y,
como pasa siempre en esos casos, forman pandillas.
La pandilla del Mercosur son cuatro adolescentes que tienen
un conjunto de rock. Ensayan en un garage, hacen mucho ruido
y jamás han sacado un disco.
Venezuela, que ya tiene tetitas, está a punto de unirse a ellos
para hacer los coros. En realidad, como la mayoría de las chicas
de su edad, quiere tener sexo, en este caso con Brasil,
que tiene 14 años y el miembro grande.
México también es adolescente, pero con ascendente indigena.
Por eso se ríe poco y no fuma ni un inofensivo porro,
como el resto de sus amiguitos, sino que mastica peyote,
y se junta con Estados Unidos,
un retrasado mental de 17, que se dedica a atacar a los chicos
hambrientos de 6 añitos en otros continentes.
En el otro extremo está la China milenaria.
Si dividimos sus 1.200 años por 14 obtenemos una señora de 85,
conservadora, con olor a pipí de gato, que se la pasa comiendo arroz
porque no tiene -por ahora- para comprarse una dentadura postiza.
La China tiene un nieto de 8 años, Taiwán, que le hace la vida imposible.
Está divorciada desde hace rato de Japón, un viejo cascarrabias,
que se juntó con Filipinas, una jovencita pendeja, que siempre
está dispuesta a cualquier aberración a cambio de dinero.
Después están los países que acaban de cumplir la mayoría de edad
y salen a pasear en el BMW del padre. Por ejemplo, Australia y Canadá,
típicos países que crecieron al amparo de papá Inglaterra y mamá Francia,
con una educación estricta y concheta, y que ahora se hacen los locos.
Australia es una pendeja de poco más de 18 años, que hace topless
y tiene sexo con Sudáfrica; mientras que Canadá es un chico gay emancipado,
que en cualquier momento adopta al bebé Groenlandia para formar
una de esas familias alternativas que están de moda.
Francia es una separada de 36 años, más puta que las gallinas,
pero muy respetada en el ámbito profesional. Tiene un hijo de apenas 6 años:
Mónaco, que va camino de ser puto o bailarín... o ambas cosas.
Es amante esporádica de Alemania, camionero rico que está casado con Austria,
que sabe que es cornuda, pero no le importa.
Italia es viuda desde hace mucho tiempo. Vive cuidando a San Marino
y al Vaticano, dos hijos católicos idénticos a los mellizos de los Flanders.
Estuvo casada en segundas nupcias con Alemania (duraron poco: tuvieron Suiza),
pero ahora no quiere saber nada con los hombres. A Italia le gustaría
ser una mujer como Bélgica: abogada, independiente, que usa pantalón
y habla de política de tú a tú con los hombres (Bélgica también
fantasea a veces con saber preparar spaghettis).
España es la mujer más linda de Europa (posiblemente Francia le haga sombra,
pero pierde espontaneidad por usar tanto perfume). Anda mucho en tetas
y va casi siempre borracha. Generalmente se deja follar por Inglaterra
y después hace la denuncia. España tiene hijos por todas partes
(casi todos de 13 años), que viven lejos. Los quiere mucho, pero le molesta que, cuando tienen hambre, pasen una temporada en su casa y le abran la nevera.
Otro que tiene hijos desperdigados es Inglaterra. Sale en barco por la noche,
se culea pendejas y a los nueve meses aparece una isla nueva en alguna parte del mundo. Pero no se desentiende de ella. En general las islas viven con la madre,
pero Inglaterra les da de comer.
Escocia e Irlanda, los hermanos de Inglaterra que viven en el piso de arriba,
se pasan la vida borrachos y ni siquiera saben jugar al fútbol.
Son la vergüenza de la familia.
Suecia y Noruega son dos lesbianas de casi 40 años, que están buenas de cuerpo,
a pesar de la edad, pero no le dan bola a nadie. Cogen y trabajan, pues son licenciadas en algo. A veces hacen trío con Holanda (cuando necesitan porro); otras, le histeriquean a Finlandia, que es un tipo medio andrógino de 30 años, que vive solo en un ático sin amueblar y se la pasa hablando por el móvil con Corea.
Corea (la del sur) vive pendiente de su hermana esquizoide. Son mellizas,
pero la del norte tomó líquido amniótico cuando salió del útero y quedó estúpida.
Se pasó la infancia usando pistolas y ahora, que vive sola, es capaz de cualquier cosa.
Estados Unidos, el retrasadito de 17, la vigila mucho, no por miedo, sino porque le quiere quitar sus pistolas.
Israel es un intelectual de 62 años que tuvo una vida de mierda.
Hace unos años, Alemania, el camionero, no le vio y se lo llevó por delante.
Desde ese día Israel se puso como loco. Ahora, en vez de leer libros, se lo pasa en la terraza tirándole piedras a Palestina, que es una chica que está lavando la ropa en la casa de al lado.
Irán e Irak eran dos primos de 16 que robaban motos y vendían los repuestos,
hasta que un día le robaron un respuesto a la motoneta de Estados Unidos
y se les acabó el negocio. Ahora se están comiendo los mocos.
El mundo estaba bien así, hasta que un día Rusia se juntó (sin casarse) con la Perestroika y tuvieron como docena y media de hijos. Todos raros, algunos mongólicos,
otros esquizofrénicos. Hace una semana, y gracias a un despelote con tiros y muertos,
los habitantes serios del mundo descubrimos que hay un país que se llama Kabardino-Balkaria. Un país con bandera, presidente, himno, flora, fauna...y hasta gente!
A mí me da un poco de miedo que aparezcan países de corta edad, así, de repente.
Que nos enteremos de costado y que, incluso, tengamos que poner cara de que ya sabíamos, para no quedar como ignorantes.
Y yo me pregunto: ¿Por qué siguen naciendo países, si los que hay todavía no funcionan?

(Autor desconocido)

Friday, June 08, 2007

VERDADE




poesia de
Carlos Drummond de Andrade

A porta da verdade estava aberta,
mas só deixava passar
meia pessoa de cada vez.

Assim não era possível atingir toda a verdade,
porque a meia pessoa que entrava
só trazia o perfil de meia verdade.
E sua segunda metade
voltava igualmente com meio perfil.
E os meios perfis não coincidiam.

Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta.
Chegaram ao lugar luminoso
onde a verdade esplendia seus fogos.
Era dividida em metades
diferentes uma da outra.

Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.
Nenhuma das duas era totalmente bela.
E carecia optar. Cada um optou conforme
seu capricho, sua ilusão, sua miopia.

Sunday, June 03, 2007

ALÉM DA TERRA, ALÉM DO CÉU




Poema de
Carlos Drummond de Andrade

Além da Terra, além do Céu,
no trampolim do sem-fim das estrelas,
no rastro dos astros,
na magnólia das nebulosas.
Além, muito além do sistema solar,
até onde alcançam o pensamento e o coração,
vamos!
vamos conjugar
o verbo fundamental essencial,
o verbo transcendente, acima das gramáticas
e do medo e da moeda e da política,
o verbo sempreamar,
o verbo pluriamar,
razão de ser e de viver.

Wednesday, May 30, 2007

OS GAÚCHOS




Todo mundo sabe que os sujeitos mais comuns nas piadas contadas por todo o Brasil ou são portugueses ou são gaúchos. Mas poucos sabem o porquê! As origens estão na nossa história e na psicologia humana. Vamos começar pelos portugueses!
Eles são estereotipados como completos idiotas. Os portugueses colonizaram o Brasil por mais de 300 anos. Eles chegaram no Brasil,levaram todas as nossas riquezas, ignoraram os nossos interesses, e, ainda por cima comiam as nossas índias nativas e as negras trazidas para cá.
Que imagem nós poderíamos criar deles? O que poderíamos falar deles hoje em dia?
Será que poderíamos dizer: Oh! Eles descobriram o Brasil. Eles são nossos heróis! Claro, que não! Depois de tudo que eles fizeram, só podem ser 'heróis' nas nossas piadas. Nos resta chamá-los de tontos e estúpidos.
Mas de idiotas eles não tem nada. Por um grande período da história, o império Português foi tão forte quanto fora o Império Romano e o quanto é atualmente o Império Americano...
E os gaúchos...?
Assim como os portugueses, os gaúchos colonizaram o Brasil. O povo gaúcho tem tradição e história. Os gaúchos são guerreiros, formaram a sua própria República! Encabeçaram uma revolução que acabou com a Republica Velha do café com leite e introduziu o Estado Novo. A maior parte dos presidentes e ditadores brasileiros foram gaúchos. O povo gaúcho é o mais politizado e o seu Estado o de melhor qualidade de vida, além do atual melhor jogador do mundo ser Gaúcho.
Em todos estados brasileiros existem gaúchos bem sucedidos. Além de colonizar e desenvolver todos os estados por onde passam, os gaúchos traçam as mulheres que ali habitam. Os gaúchos põem chifre nos "machos" locais e deixam as suas mulheres apaixonadas.
As cariocas, catarinenses, paranaenses, paulistas, mineiras,cearenses...adoram um gaúcho, e, o que resta para eles (os cariocas, catarinenses, paranaenses, paulistas e mineiros...)? Além de manter lustrado o par de chifres, resta a eles inventarem piadas de gaúcho, onde os gaúchos são estereotipados como veados, para seu deleite e prazer.
Portanto gauchada, tenham um pouco de piedade, esta é a única alegria dos não gaúchos. Enquanto eles se divertem em alguma roda inventando e contando piadas de gaúcho, as suas mães, irmãs ou namoradas se divertem com um gaúcho.
Gaúchos de todo o Brasil, convençam-se de uma coisa, eles não sabem como fazer uma mulher feliz, mas tem bastante criatividade para fazer piada.
Divirtam-se então com as piadas e satisfaçam as mulheres dos não gaúchos invejosos.
O RIO GRANDE DO SUL NÃO É UM ESTADO, É UM PAÍS! De verdade Tchê!!!!

by Arnaldo Jabor

Tuesday, May 22, 2007

PAPO COM O VOVÔ



Uma tarde o neto conversava com seu avô sobre os acontecimentos e, de repente, perguntou:
- Quantos anos você tem, vovô?
E o avô respondeu:
- Bem, deixa-me pensar um pouco... Nascí antes da televisão, das vacinas contra a polio, comidas congeladas, fotocopiadora, lentes de contato e pílula anticoncepcional. Não existíam radares, cartões de crédito, raio laser nem patins on líne. Não se havía inventado ar condicionado, lavadora, secadoras (as roupas simplesmente secavam ao vento). O homem nem havia chegado à lua, "gay" era uma palavra inglesa que significava uma pessoa contente, alegre e divertida, não homossexual. Das lésbicas, nunca havíamos ouvido falar e rapazes não usavam pircings. Nascí antes do computador, duplas carreiras universitárias e terapias de grupo. Até completar 25 anos, chamava cada homem de "senhor" e cada mulher de "senhora" ou "senhorita". No meu tempo, virgindade não produzia câncer. Ensinaram-nos a diferenciar o bem do mal, a ser responsáveis pelos nossos atos. Acreditávamos que "comida rápida" era o que a gente comia quando estava com pressa. Ter um bom relacionamento, era dar-se bem com os primos e amigos. Tempo compartilhado, significava que a família compartilhava férias juntos. Não se conhecia telefones sem fio e muito menos celulares. Nunca havíamos ouvido falar de música estereofônica, rádios FM, Fitas cassettes, CDs, DVDs, máquinas de escrever elétricas, calculadoras (nem as mecânicas quanto mais as portáteis). "Notebook" era um livreto de anotações. Aos relógios se dava corda a cada dia. Não existía nada digital, nem relógios nem indicadores com números luminosos dos marcadores de jogos, nem as máquinas. Falando em máquinas, não existiam cafeteiras automáticas, micro-ondas nem rádio-relógios-despertadores. Para não falar dos video-cassettes, ou das filmadoras de video. As fotos não eram instantâneas e nem coloridas. Havia somente em branco e preto e a revelação demorava mais de três dias. As de cores não existiam e quando apareceram, sua revelação era muito cara e demorada. Se em algo lessemos "Made in Japan", não se considerava de má qualidade e não existía "Made in Korea", nem "Made in Taiwan", nem "Made in China". Não se havia ouvido falar de "Pizza Hut", "McDonald's", nem de café instantâneo. Havia casas onde se comprava coisas por 5 e 10 centavos. Os sorvetes, as passagens de ônibus e os refrigerantes, tudo custava 10 centavos. No meu tempo, "erva" era algo que se cortava e não se fumava. "Hardware" era uma ferramenta e "software" não existía. Fomos a última geração que acreditou que uma senhora precisava de um marido para ter um filho. Agora diga-me quantos anos acha que tenho?
- Hiii... vovô... mais de 200! Falou o neto.
- Não, querido, somente 58!

(Texto recebido por e-mail, autor desconhecido)

Monday, May 07, 2007

Flores, apenas flores...


















Flores que recebo às sextas-feiras da minha neta Daniela.
Photo by Suelly Kirjner

Wednesday, May 02, 2007

É TUDO IGUAL






Existem dois tipos de tragédia: tragédia súbita e tragédia preparada. Existe um avião que explode, um piano que cai sobre tua cabeça, um infarto fulminante. Mas existem as tragédias brasileiras preparadas.

Qual a receita para essas tragédias? Bem... Pegue-se um ingrediente básico, a miséria. Junte-se a ignorância, a inconsciência do perigo numa balsa cheia ou numa encosta deslizante.

Adicione uma pitada de desrespeito do poder pela vida dos pobres e pummmm! Temos explosões no shopping, mortos no fogo e na água. Depois temos mães chorando, bombeiros procurando corpos e as autoridades falando em "tomaremos providências enérgicas". Depois não se fala mais nisso.

Eram tragédias evitáveis, mas foram preparadas como um bolo maldito.

Vocês se lembram de Vila Soco, em Cubatão? Centenas de pessoas foram fritas como torresmo ou batatinhas pelos canos de petróleo. Essas cenas se repetem todos os anos. Nem precisa mandar repórter para filmar os mortos. Basta pegar no arquivo.
É tudo igual.

Talvez num dia sujo do futuro isso nem mais seja notícia. “Ai que chatas essas desgraças monótonas, que se repetem sempre.”

A única tragédia que não foi prevista pelos podres poderes foi a violência. Ninguém contava com que um dia os miseráveis teriam armas e dinheiro da cocaína. E aí, pela primeira vez, as elites estão sentindo o arrepio do perigo.


Crônica de Arnaldo Jabor

Friday, April 20, 2007

MINHAS ARTES



PONCHO FEITO EM TEAR DE PENTE LIÇO & GOLA DE TRICOT















BOLSA EM PLASTIC CANVAS

Sunday, March 25, 2007

UM PRESENTE DE AMIGA



Esta gatinha foi presente da Alice Barcellos. E, atenção, tem meu nome nele!

Saturday, March 10, 2007

CONVERSA DE MULHERES















Amigas ao telefone:

-Oi, me conta como foi o encontro de ontem à noite.

-Horrível, não sei o que aconteceu...

-Mas por quê? Não te deu nem um beijo?

-Sim. Beijar, me beijou. Mas me beijou tão forte que meu dente postiço da frente caiu e as lentes de contato verdes saltaram dos meus olhos...

-Não me diga que terminou por aí.

-Não, claro. Depois pegou no meu rosto entre suas mãos, até que tive que pedir que não o fizesse mais, porque estava achatando o botox e me mordia o lábio como se fossem de plástico...
Ia explodir o meu implante de colágeno e quase sai o mega hair!!!

-E... Não tentou mais nada?

-Sim começou a acariciar minhas pernas e eu o detive, porque lembrei que não tive tempo de me depilar. E além do mais, me arrebatou com uma luxúria e estava me abraçando tão forte que quase ficou com minhas próteses da bunda em suas mãos e estourou meu silicone do peito...

-E depois, que aconteceu?

-Aí então, começou a tomar champanhe em meu sapato...

-Que romântico...!!!

-Romântico o cacete! Ele quase morreu!!!

-E por quê?

-Engoliu meu corretor de joanete com a palmilha do salto...

-Nossa, que ele fez depois?

-Você acredita que ele broxou e foi embora? Acho que ele é viado.

-Só pode!

Luiz Fernando Veríssimo

Friday, February 09, 2007

Para meditar







PRINCÍPIO DO VÁCUO

(Joseph Newton)

Você tem o hábito de juntar objetos inúteis no momento,
acreditando que um dia (não sabe quando) poderá precisar deles?
Você tem o hábito de juntar dinheiro só para não gastá-lo,
pois no futuro poderá fazer falta?
Você tem o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis,
utensílios domésticos e outros tipos de equipamentos
que já não usa há um bom tempo?
E dentro de você?
Você tem o hábito de guardar mágoas,
ressentimentos, raivas e medos?
Não faça isso. É antiprosperidade. É preciso criar um espaço,
um vazio, para que as coisas novas cheguem a sua vida.
É preciso eliminar o que é inútil em você e na sua vida,
para que a prosperidade venha. É a força desse vazio
que absorverá e atrairá as coisas boas que você almeja.
Enquanto você estiver material ou emocionalmente carregado
de coisas velhas e inúteis, não haverá espaço aberto
para novas e boas oportunidades. Os bens precisam circular.
Limpe as gavetas, os guarda-roupas,
o quartinho lá do fundo, a garagem.
Dê o que você não usa mais. A atitude de guardar um monte
de coisas inúteis amarra sua vida.
Não são os objetos guardados que emperram sua vida,
mas o significado da atitude de guardar.
Quando se guarda, considera-se a possibilidade da falta,
da carência.
É acreditar que amanhã poderá faltar e você não terá meios
de prover suas necessidades.
Com essa postura, você está enviando duas mensagens
para o seu cérebro e para a vida:
* a primeira, você não confia no amanhã e,
* a segunda, você acredita que o novo e o melhor não são para você,
já que se contenta em guardar coisas velhas e inúteis.
Desfaça-se do que perdeu a cor e o brilho e deixe entrar
o novo em sua casa e dentro do seu coração!
As pessoas são solitárias porque
constroem paredes ao invés de pontes.
Deixe entrar a Luz na sua mente
e a Paz no seu coração!

(Texto recebido por email)

Wednesday, January 31, 2007

amores-perfeitos

Estes amores-perfeitos foram fotografados por mim, da janela do meu apartamento.
Lindos, não?


Wednesday, January 24, 2007

MARIO QUINTANA



CANÇÃO PARA UMA VALSA LENTA


Minha vida não foi um romance...
Nunca tive até hoje um segredo.
Se me amar, não digas, que morro
De surpresa... de encanto... de medo...

Minha vida não foi um romance
Minha vida passou por passar
Se não amas, não finjas, que vivo
Esperando um amor para amar.

Minha vida não foi um romance...
Pobre vida... passou sem enredo...
Glória a ti que me enches de vida
De surpresa, de encanto, de medo!

Minha vida não foi um romance...
Ai de mim... Já se ia acabar!