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Monday, August 20, 2007

Cork

Photo by reflextionsforever

Saturday, August 11, 2007

Por 5.000... quem sabe?



Um cara vê uma mulher linda, com seios espetaculares, saltar do ônibus. Corre até ela e pergunta:
- Deixaria eu morder seus seios por 50 reais?
- Você deve estar maluco - diz a moça. Mas o cara insiste:
- E por 500 reais você deixaria?
- Olha, não me leve a mal, mas não sou desse tipo de mulher.
De olho no volume daqueles seios, ele faz uma última pergunta:
- Por 5000 reais! Cinco mil! Você deixaria eu morder seus seios maravilhosos?
A mulher hesita, pensa um pouco. Se lembra do furo no cheque especial... Conclui que uma mordida no seio não é algo tão degradante assim e finalmente responde:
- Por 5000 reais tudo bem.
- Então vamos até aquele cantinho... - convida o cara.
Ela vai, abre a blusa, deixa os seios à mostra e libera tudo. O sujeito beija, passa as mãos, encosta a cabeça, lambe... e nada de morder. Até que a mulher perde a paciência:
- Você não vai morder?
E o cara:
- Eu não! É muito caro!
(É uma piada logo, sem autoria)

Sunday, August 05, 2007

Com a palavra... Diogo Mainardi




Chimpanzés patinadores

Onde está Lula? Lula está de cama. Duzentas pessoas morreram no acidente da TAM. No dia seguinte, Lula preferiu ficar em repouso, de olhos fechados, de barriga para cima, depois de sofrer uma cirurgia cosmética. Sobre os 200 mortos do acidente da TAM, ele se calou. Ele se escondeu. Assim como se calou e se escondeu quando foi vaiado nos Jogos Pan-Americanos. Pode-se argumentar que Lula, o Churchill de Garanhuns, é melhor calado do que falando. Mas é temerário ter um presidente que sempre amarela na hora do aperto.
Ao ser reeleito, em outubro do ano passado, Lula declarou que continuaria a governar para os mais pobres. No setor aéreo, isso se traduziu num descaso criminoso que culminou com os 200 mortos do acidente da TAM, independentemente das falhas do aparelho. O eleitorado de Lula é formado por gente que nunca voou. Quem morre em acidente aéreo é aquela parcela minoritária dos eleitores que sente ojeriza por ele. Na China, Mao Tsé-tung puniu a burguesia obrigando-a a trabalhar em fábricas e em campos de arroz. No Brasil, a luta de classes lulista puniu a burguesia transformando os jatos da Airbus em paus-de-arara.
Os pilotos apelidaram a pista principal do Aeroporto de Congonhas de "Holiday on Ice". Isso significa que os passageiros assumiram o papel de chimpanzés patinadores. A Anac autorizou a reabertura da pista antes que sua reforma fosse concluída. A Anac é o retrato perfeito da pilhagem lulista. Milton Zuanazzi, seu presidente, fez carreira como secretário de Turismo do Rio Grande do Sul. A melhor credencial que ele tem para ocupar o cargo é a carteirinha do PT. Uma das diretoras da Anac, Denise de Abreu, era assessora jurídica de José Dirceu na Casa Civil. Outro diretor da Anac, Leur Lomanto, é ligado a Geddel Vieira Lima e, alguns anos atrás, foi acusado de negociar vantagens para se filiar ao PMDB. O que um secretário de Turismo, uma procuradora do estado e um deputado do interior da Bahia podem saber sobre segurança aérea?Pergunte ao Lula, quando ele decidir sair da cama. Eu me sentiria mais seguro se seus cargos na Anac fossem ocupados por chimpanzés patinadores.
Em abril, sete meses depois do acidente da Gol, enquanto os deputados do PT tentavam abafar a CPI Aérea, Lula se reuniu sorrateiramente com Carlos Wilson num hotel do Recife. Carlos Wilson presidiu a Infraero no primeiro mandato de Lula e é lembrado por ter reformadoos aeroportos com os azulejos da Oficina Brennand, de propriedade de sua mulher. É o modelo de moralidade lulista: sobra dinheiro para os azulejos, mas falta para os radares e o grooving. Outro modelo de moralidade lulista é Luis Fernando Verissimo. Ele disse que prefere ficar calado diante das "mutretas" do lulismo porque teme ser confundido com os reacionários. É o mesmo argumento usado pelos stalinistas para acobertar os crimes do comunismo. Pode roubar, desde que seja para combater o inimigo. Pode matar? Pode, sim. Só uns 200 reacionários de cada vez.

(Texto extraído da revista Veja)